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“Existem apenas duas indústrias que chamam seus clientes de usuários:
a de drogas e a de software.”

Edward Tufte, professor na Universidade de Yale, EUA


Ninguém contesta que as redes sociais tem um enorme efeito positivo sobre o mundo: da conexão entre pessoas, passando pelo entretenimento, até a difusão de conhecimento, o debate e a troca de ideias, até às parcerias, nos últimos 20 anos elas ampliaram nossos alcances.

Mas como tudo que tem bônus, o ônus também se avoluma: da concentração e manipulação em massa de dados e informações ao vício digital, da cultura do perfeccionismo da beleza/corpo ideal ao “cancelamento“ de pessoas, todos nós sabemos que estamos diante de um futuro desconhecido no campo emocional e social – e que ele não se anuncia muito promissor.

O documentário “O Dilema das Redes” (“The Social Dilemma”), que estreou na Netflix no último dia 9, entrevista especialistas em tecnologia do Vale do Silício para mostrar como as redes sociais estão reprogramando a sociedade.

Ex-funcionários de empresas como Google, Facebook, Twitter, Instagram e Pinterest contam como os executivos dessas companhias não só sabem disso, como manipulam os algoritmos para induzir comportamentos nos usuários.

Criadas para facilitar interações e aprofundar laços entre as pessoas, transformaram-se numa fórmula de fazer dinheiro e um polo de ansiedade, fakenews, distorção da realidade e polarização de opiniões, distanciando-se cada vez mais de seu objetivo inicial.

O documentário nos mostra o aspecto viciante das redes e como isso nos impacta diretamente no dia a dia.

Não deixe de ver…


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